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10h30 | sábado | 5 de dezembro | Auditório do Metro de Lisboa, Estação do Alto dos Moinhos

 

Convocatória

Convoca-se para o dia 5 de dezembro, sábado, pelas 10h30, a IV Assembleia da Esquerda Alternativa cujos trabalhos, uma vez mais, decorrerão no Auditório do Metro de Lisboa, na Estação do Alto dos Moinhos, em Lisboa.

Nos próximos dias, o secretariado da direção da Esquerda Alternativa enviará uma proposta de ordem de trabalhos, regimento e documentos para discussão.

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Conforme orientação aprovada na III Assembleia da Esquerda Alternativa, foram iniciadas conversações entre a Esquerda Alternativa e a Plataforma Unitária no sentido de se iniciar um processo para um acordo entre as partes no termos propostos e votados pelos aderentes da Esquerda Alternativa e da Moção E/Bloco Plural.

Da última reunião resultou uma declaração conjunta que de seguida se publica.

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Documento político proposto pelo secretariado da Direção da Esquerda Alternativa à III Assembleia da Esquerda Alternativa.

1- As (re)voltas da crise

“Mais poderoso é o povo que supera e vence as limitações, enfrenta as terríveis condições da vida e marcha em frente, para o futuro”

- Jorge Amado


1.1- As crises são inerentes ao capitalismo. Cada crise é determinada pela forma como é superada a anterior. A crise dos inícios do século XXI só pode ser completamente entendida se enquadrada nos acontecimentos mundiais que se iniciaram nos anos 1970. Contudo, a crise, apesar de eminentemente económica, é também política.

 

ESQUERDA ALTERNATIVA LOGOWEB 012

 

III Assembleia da Esquerda Alternativa | 10h30, sábado, 2 de maio | Auditório do Metro de Lisboa, Estação do Alto dos Moinhos

Os ventos da esperança sopraram já na Europa da austeridade. Na Grécia, o povo levantou-se e elegeu um governo para enfrentar a Europa. Com um claro mandato de defesa dos direitos e de reconstrução da economia e do estado social, rompendo com a austeridade, sofre a maior chantagem de que há memória desde a entrada na União Europeia e luta todos os dias pela sobrevivência. Tendo toda a solidariedade para com o povo e o governo gregos, percebemos que é apenas o início e que essa transformação tem ainda de ganhar força e alastrar a mais povos para poder mudar o velho continente. É isso que vemos a acontecer na Irlanda e em Espanha, onde os partidos da esquerda alternativa estão a ganhar mais apoio popular e a juntar forças para vencer a austeridade. É nosso objetivo criar essa esperança também em Portugal.